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Chegando um dos escribas, que ouviu a discussão entre eles e viu que Jesus tinha dado uma boa resposta, perguntou-lhe: — Qual é o principal de todos os mandamentos? Jesus respondeu: — O principal é: “Escute, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e com toda a sua força.” O segundo é: “Ame o seu próximo como você ama a si mesmo.” Não há outro mandamento maior do que estes (Marcos 12.28-32 – NAA).

 

Nosso tema de agosto é Céu na Terra. Jesus mesmo nos ensinou a orar dizendo: venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu (Mateus 6.10 – NAA). Dentre tantas lindas, maravilhosas e indescritíveis características do céu, destaca-se o amor. O céu é feito de amor, porque Deus é amor. Não há dúvidas que é o que mais falta aqui na Terra. Nesse trecho do evangelho, Jesus faz a síntese do que é mais importante para qualquer um de nós observar e viver: amor a Deus, em primeiro lugar, amor próprio em equilíbrio com o amor ao próximo.

A expressão "Ouve, ó Israel" (Shemá Israel) é bastante significativa no Antigo Testamento. Toda menção é uma clara orientação ao povo. Em Deuteronômio 6, a chamada é sobre o amor. Mas sobre amar a Deus, o único Senhor. O trecho nos ensina: Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Jesus confirma o que foi ensinado desde a antiguidade e que precisa ser transmitido de geração em geração. Falaremos sobre três fatores fundamentais para redescobrirmos nosso amor a Deus.

O desamor próprio é constatado pelos elevados índices de enfermidades na alma. Pessoas desonram a si mesmas, agridem-se em vários níveis e formas, desrespeitam seus próprios limites, escondem-se de suas vergonhas. O que aconteceu? Ao se desconectarem de Deus, perderam referência, baixaram padrões, deformaram-se nos pensamentos, sentimentos, desejos. Contudo, há esperança! A partir do momento que renasce o amor a Deus, inicia-se um lindo processo de cura. Vamos aprender com o autor de Hebreus, duas coisas das quais precisamos nos livrar e uma para nos agarrar a fim de acelerar a restauração do nosso amor próprio.

Por meio da história registrada em Lucas 10.25-37, de um homem que precisava de ajuda por ter sido atacado por assaltantes enquanto ia de Jerusalém para Jericó, Jesus lança luz sobre a pergunta do advogado da lei: Quem é o meu próximo? Hoje, ainda ouvimos esta pergunta: Quem é o nosso próximo a quem devemos amar? Nessa linda história vamos ser desafiados a crescermos no nosso amor ao próximo.

Conhecer o amor de Deus, desenvolver o amor próprio e experimentar o amor ao próximo é já começar a viver o Céu aqui na Terra. Não há nada maior do que isso. Esse amor vem do alto pela graça, pois jamais poderia ser comprado, entra com profundidade em nosso ser, pois jamais poderia ser resistido, e transborda naturalmente alcançando outros, pois jamais poderia ser retido.

Daniel Zemuner, Pedro Leal Junior e Rodolfo Montosa

 

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