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Mensagem de 17.12.17
 

É verdade que vocês planejaram aquela maldade contra mim, mas Deus mudou o mal em bem para fazer o que hoje estamos vendo, isto é, salvar a vida de muita gente (Gênesis 50.20 - NTLH).
 

Jesus usa uma figura interessante falando das tempestades que antecedem a bonança: Pois eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês vão chorar e ficar tristes, mas as pessoas do mundo ficarão alegres. Vocês ficarão tristes, mas essa tristeza virará alegria. Quando uma mulher está para dar à luz, ela fica triste porque chegou a sua hora de sofrer. Mas, depois que a criança nasce, a mulher fica tão alegre, que nem lembra mais do seu sofrimento. Assim acontece também com vocês: agora estão tristes, mas eu os verei novamente. Aí vocês ficarão cheios de alegria, e ninguém poderá tirar essa alegria de vocês (João 16.20-22 - NTLH). Nem sempre as introduções dizem como serão as conclusões. Nem sempre o que sai na pole position é o que vai subir ao pódio. Às vezes o time que pontua primeiro não é o que ganha o jogo. Os dias com nevoeiros e tempestades, geralmente, nos brindam com um belo pôr do sol. Depois da maior tempestade da história, o dilúvio, Deus pôs no céu o quadro mais lindo que só o Criador podia pintar com tanta beleza, tanta graça, o arco-íris: Vou colocar o meu arco nas nuvens. O arco-íris será o sinal da aliança que estou fazendo com o mundo. Quando o arco-íris aparecer nas nuvens, eu o verei e lembrarei da aliança que fiz para sempre com todos os seres vivos que há no mundo (Gênesis 9.13, 16 - NTLH).

A sexta-feira da paixão, não só em Jerusalém mas, no mundo inteiro, foi muito triste: Os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate; tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus! E, cuspindo nele, tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça. Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado. Desde a hora sexta até à hora nona, houve trevas sobre toda a terra (Mateus 27.27-31, 45). Mas o Calvário, o túmulo, tudo seria o prenúncio de uma grande vitória. O silêncio do túmulo, a vergonha da cruz, o cenário de tristeza, morte, derrota, logo seriam mudados: Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem embalsamá-lo. E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo. Diziam umas às outras: Quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo? E, olhando, viram que a pedra já estava removida; pois era muito grande. Entrando no túmulo, viram um jovem assentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram surpreendidas e atemorizadas. Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto (Marcos 16.1-6). Alguém disse que se não fosse a sexta-feira da paixão, não teríamos o lindo dia da semana: o domingo, o dia do triunfo, dia de cantarmos. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Coríntios 15.20, 57).

Um professor nosso, na escola teológica, sempre nos dizia: “As nuvens escuras são prenúncios de chuvas de bênçãos”. Assim como as águas da chuva molham a terra, preparando-a para o plantio das sementes, assim também as tempestades são ferramentas de Deus. Foi por causa de um forte vento, uma grande tempestade, que o profeta Jonas foi lançado ao mar pelos marinheiros, foi tragado por um grande peixe e durante três dias e três noites ficou em seu ventre. Ali Jonas orou, e o peixe, por ordem de Deus, o vomitou na terra. Então Jonas foi à cidade de Nínive, pregou, e cento e vinte mil pessoas se arrependeram. Bendita tempestade! (Jonas 1-4).

Rev. Messias Anacleto Rosa