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Jesus sempre gostou de estar nas casas e convidar pessoas para estarem em sua casa. Além das inúmeras narrativas que demonstram isso nos evangelhos, o livro de Apocalipse apresenta sua linda e conhecida afirmação: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo (Apocalipse 3.20). Contudo, nem todas as casas tiveram a mesma resposta ao seu coração. Algumas foram fechadas, outras abertas. Ao final, ele mostra a casa ideal.

A casa fechada (Marcos 3.20-35). Esse texto nos mostra Jesus em sua própria casa, junto de seus familiares. A casa estava lotada, a ponto de nem conseguirem comer direito. No entanto, ter Jesus em casa não estava causando reações muito boas nos que ali estavam. Pelo contrário, seus parentes queriam-no prender, pois diziam que estava fora de si. Os escribas estavam insinuando que Jesus estava possesso pelo maioral dos demônios. Mesmo assim, nesse contexto complexo e adverso Jesus ensina lições preciosas sobre unidade e reino de Deus. Vamos ver até que ponto as portas estão fechadas para Jesus.

A casa aberta (Marcos 2.1-12). A notícia que Jesus havia chegado em casa se espalhou rapidamente por toda Cafarnaum. Uma multidão correu para vê-lo e para ser ensinada por ele. Era tão grande o número de pessoas, que apesar daquela casa estar aberta, muitos não conseguiam entrar. Dentre essas pessoas estava um paralítico em seu leito. Para ele era impossível chegar até Jesus. Mas quatro amigos, movidos pela fé, se uniram e, de maneira surpreendente, tornaram aquela casa aberta o suficiente para receber aquele homem. Sejamos desafiados por essa linda história e surpreendidos pelo resultado desse maravilhoso encontro.

A casa ideal (João 14.1-3). Diante do coração apreensivo e temeroso de seus discípulos, Jesus lança a afirmação de que só tem um jeito para fugir da angústia e aflição: crer em Deus e em Cristo. Como prova de que poderiam confiar e descansar, Jesus apresenta a casa do Pai que simboliza o lugar de acolhimento, manifestação de carinho, provisão e vida. Essa casa é a ideal e já está preparada, tem uma única porta e muitas moradas. Simplesmente maravilhoso!

Ora, se Jesus está à porta e bate é porque foi convidado a se retirar de nossa agenda em algum momento. Está, muitas vezes, diante de nós, mas não é percebido. Ele quer entrar em nossa casa, em todos os cômodos do coração, em todos os relacionamentos. Quer sentar-se à mesa para ter refeições conosco e participar de nossas conversas. Para cada canto dos nossos pensamentos, pode lançar sua luz. Sobre cada centímetro de nosso universo emocional, pode liberar ministração. Pode destruir cada barreira que nos prende em nossa alma e promover libertação. Com ele em casa, nossa alegria e paz serão incomparáveis! Que tal?


Daniel Zemuner, Pedro Leal Junior e Rodolfo Montosa

 

 

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