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Em tudo tenho mostrado a vocês que, trabalhando assim, é preciso socorrer os necessitados e lembrar das palavras do próprio Senhor Jesus: “Mais bem-aventurado é dar do que receber” (Atos 20.35 - NAA).


Todo aquele que é cheio do Espírito Santo torna-se generoso. Por quê? Simples: a natureza de Deus é generosidade; logo, não tem como ser cheio dele sem se tornar como ele é. Generosidade é a assinatura do Espírito Santo em nossa vida. Jesus é o maior ato de generosidade da história: Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito (João 3.16). Vamos ver, no livro de Atos, três episódios que trabalham a generosidade verdadeira, consciente e inspiradora.

Quando pensamos em generosidade verdadeira, é porque existe a falsa. Certo casal, Ananias e Safira, vendeu uma propriedade e desejou fazer uma boa doação. No entanto, juntos, afirmaram que estavam depositando o valor total da propriedade, quando, na realidade, era apenas uma pequena parte. Ninguém havia pedido para eles fazerem isso, mas, por status e para impressionar, mentiram. O resultado não foi nada bom (Atos 5.1-11). Qual deve ser nossa motivação em praticarmos uma verdadeira generosidade?

Quando pensamos em generosidade consciente, é porque existe a confusa. Certo homem chamado Simão, o mago, tinha se convertido, sido batizado e acompanhava de perto Filipe, observando extasiado os sinais e grandes milagres praticados (Atos 8.13). Apesar de ter tido uma real experiência com Jesus, trazia muitos conceitos e hábitos de seu antigo mundo. Sua mentalidade ainda precisava ser transformada. Dias depois, quando Pedro e João passaram por Samaria, Simão ficou impactado com os efeitos da oração poderosa desses apóstolos. Ali ofereceu seu dinheiro para comprar esse poder do Espírito Santo. Suas expectativas estavam equivocadas. Foi duramente repreendido por Pedro. Arrependeu-se de coração e tornou-se consciente de que a generosidade jamais pode ser monetizada (Atos 8.9-25). Grande lição para os  dias de hoje. Qual deve ser nossa expectativa com nosso dinheiro?

Quando pensamos em generosidade inspiradora, é porque pode ser surpreendente. Certo homem chamado Ágabo, profeta do Senhor, havia predito uma grande fome em todo o mundo que, de fato, aconteceu nos dias do imperador Cláudio. Dias difíceis vieram sobre a terra. Ao invés de se resguardarem financeiramente para proteção própria, os discípulos, cheios do Espírito, trilharam outro caminho ousado e inesperado. Ao contrário do pensamento deste mundo egoísta e acumulador, conforme as posses de cada um, decidiram mandar ajuda aos irmãos que moravam na Judeia e eram mais vulneráveis (Atos 11.27-30). Entenderam que o dinheiro é um meio e não um fim em si mesmo. Qual deve ser nossa maneira de ver a utilidade de nossas posses em dias difíceis?

Nossos irmãos da primeira igreja tiveram um claro direcionamento feito pelo Espírito Santo. Foram generosos com dinheiro, tempo e atenção. Abalaram o mundo por causa da generosidade, como Jesus, no poder e direção do Espírito Santo. Vamos nos deixar ser assim também e nosso mundo jamais será o mesmo!

Daniel Zemuner e Rodolfo Montosa

 

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