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Mensagem de 20.04.14


O nome de Jesus. Quando pronunciamos este nome todos os poderes do universo se colocam em alerta, pois nele há todo poder. É o nome mais lindo, é o nome mais poderoso, mais elevado, mais santo. Ao pronunciarmos o nome de Jesus nossos corações batem mais forte, nossa altivez é desfeita, nossas cinzas são lançadas fora e nossos lábios se enchem de riso.

Ao declararmos este nome em pleno domingo de Páscoa temos um sentido ainda maior. A Páscoa era um evento celebrado pelos Hebreus desde Êxodo capítulo 12 quando, com mão forte, Deus tirou seu povo da escravidão do Egito (400 anos). Quando a décima praga chegou, a morte dos primeiros filhos, foi instituído o cerimonial da Páscoa, a morte de um cordeiro, o sangue aspergido nas casas, comer a carne, os pães sem fermento e as ervas amargas vestidos para a viagem e, enfim, a libertação do povo de Deus. Este cerimonial deveria ser reproduzido ano após ano para lembrar do grande feito de Deus. A Páscoa não foi instituída por Jesus, mas em Jesus ela ganhou um novo significado.

O cordeiro será sem defeito (Êxodo 12.5). Essa era a condição estabelecida para que o sacrifício fosse aceitável perante Deus. Assim era necessário que o sacrifício definitivo para a redenção da humanidade fosse através de um cordeiro também sem defeito, por isso Jesus é o cordeiro santo de Deus. João Batista ao avistá-lo em João 1.29:... e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!  

Jesus, o Cordeiro de Deus, nasceu em santidade. Por isso o anjo declarou a Maria: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus (Lucas 1.35). Como Cordeiro Santo Jesus quebra a herança de maldição deixada pelo primeiro Adão.

Jesus viveu em santidade. O apóstolo João afirmou: Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado (1 João 3.5). Alguém que não conheceu em seu coração o dolo, a malícia, a raiva, a mentira, nenhuma maldade. Para os nossos dias Jesus foi encontrado com a “ficha limpa”, nada de que o acusar. Como Cordeiro Santo Jesus vem morar em nós e nos fazer santos também.

Jesus morreu em santidade. Duas declarações: a do ladrão da cruz que reconhece seus erros, mas sobre Jesus diz: ... mas este nenhum mal fez (Lucas 23.41) e do centurião que vendo... o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Verdadeiramente, este homem era justo (Lucas 23.47). Mesmo diante de sua morte, era Santo. Como Cordeiro Santo esvaziou-se de sua santidade e assumiu o nosso pecado, pois do contrário não morreria.

Filipenses 2.5-11: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome,  para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”.

Do começo ao fim, sem pecado. De eternidade a eternidade, Santo. Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela (Atos 2.24).

A cruz está vazia, o túmulo está vazio, o trono não!

Rev. Pedro Leal Junior