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Esta é a história de Jacó. Quando José tinha dezessete anos... (Gênesis 37.2 - NAA).


Muito interessante perceber intencionalidade do narrador em mostrar a continuidade da história do pai Jacó seguida pelo filho José. Não somente sua relação com seu pai era uma fonte de inspiração como um filho que cumpriu integralmente o quarto mandamento honrando seu pai e sua mãe, mas também em sua relação com Faraó, a maior autoridade da maior nação da época. Aliás, nossa relação com nossos pais afeta todas as demais relações que temos na vida. Foi do próprio Faraó que se ouviu: Será que poderíamos achar alguém melhor do que José, um homem em quem está o Espírito de Deus? Depois, Faraó disse a José: Visto que Deus revelou tudo isto a você, não há ninguém tão ajuizado e sábio como você. Você será o administrador da minha casa, e todo o meu povo obedecerá à sua palavra. Somente no trono eu serei maior do que você (Gênesis 41.38-40).

Havia um espírito de excelência na vida de José. Em tudo o que fazia, seu coração foi íntegro, suas mãos precavidas, sua mente perspicaz, seu espírito cheio de discernimento, suas palavras equilibradas. De tudo o que se poderia destacar nesse homem de Deus, vale a pena observar como foi seu comportamento na posição de filho de Jacó.

Logo no início de sua história, lemos que foi amado pelo pai e odiado pelos irmãos. Deus lhe deu sonhos, os quais, ingenuamente, foram compartilhados com sua família. Seu relato gerou ciúmes e ódio por parte de seus irmãos que o venderam como escravo e simularam sua morte ao pai. Maldade indescritível. Sua trajetória será olhada nessa perspectiva e aprenderemos com José, um filho amado e odiado.

Ele havia sido reconhecido como sendo um sonhador quando diante de seu pai apresentou os sinais de Deus sobre seu destino e missão; sofreu humilhação em meio à prisão e foi injustiçado e esquecido. Mas, em tudo honrou a Deus e às autoridades que se apresentavam em sua vida. De sonhador a intérprete de sonhos, de prisioneiro a encarregado da prisão, de esquecido a governador do Egito. Vamos aprender com José a bênção de ser um filho honrado e humilhado.

Já no Egito, na posição poderosa da pessoa mais importante depois de Faraó, concentrou grande poder e riqueza no mundo de sua época. Ali Deus revela como era grande seu plano de enviá-lo adiante para preservação de toda a família nos dias de fome que sobrevieram à terra. Nessa posição, trouxe sustento, alegria e honra ao seu pai Jacó. Vamos aprender com José a bênção de ser um filho admirado e temido.

O espírito de excelência na vida de José inspira nossa vida como filhos nos dias de hoje. Seu testemunho aponta para Jesus Cristo, o Filho mais excelente de todos. Fomos constituídos filhos aqui na terra para aprendermos os primeiros passos de sermos filhos do Pai celestial. Que tal ser um filho ou uma filha assim?


Daniel Zemuner, Pedro Leal Junior e Rodolfo Montosa

 

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