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[Jesus] lhe disse: - Siga-me! Ele se levantou e o seguiu (Mateus 9.9b).


Ser e fazer discípulos de Cristo: essa é a nossa missão. Inspirados nisso, escrevemos o livro Meus Discípulos para nos guiar por meio das lindas histórias vivenciadas entre Jesus e sua gente muito amada, e relatadas nos Evangelhos, principalmente. Personas diferentes que nos representam e geram identificações relevantes. O desenvolvimento das reflexões foi feito em equipe. Deixamos nossa imaginação fluir sobre como Jesus estaria contando suas impressões a respeito de algumas das pessoas com quem mais conviveu e aos quais deu o nome de “discípulos(as)”.  Vejamos alguns:

Barnabé, o filho da consolação, e João Marcos, o cooperador. Você provavelmente já conhece ou ouviu falar de dois deles: Barnabé e João Marcos. Eles viajaram bastante pregando o meu evangelho em cidades, povoados, aldeias e regiões onde não havia sido proclamado ainda. Ambos não mediram esforços para que outras pessoas fossem alcançadas. Deixaram suas casas, contaram com a simpatia e o acolhimento de pessoas desconhecidas, caminharam incansavelmente debaixo de um sol que insistia sobre eles. Por vezes, tiveram sede e fome, mas logo eram recompensados com a alegria de participar do banquete do reino, pois, por meio de suas vidas e pregações, muitos se convertiam. Eu os conduzi com mão poderosa, capacitei e os dotei com dons para cumprirem a missão. Nós também fizemos grandes festas juntos! (continua – Cap. 5*).

Timóteo, o obreiro aprovado. Como foi bom ter visto um homem como meu amado Timóteo, que não buscou seus próprios interesses, mas antes se preocupou com os meus. Homem que serviu ao evangelho, à igreja e aos irmãos, sob a tutela de meu discípulo Paulo, seu pai espiritual. Não buscou riqueza nem fama, mas dedicou sua vida a me servir. Desde pequeno, ainda em sua infância, eu já trabalhava no coração de Timóteo, por meio dos ensinos de sua avó Lóide e sua mãe, Eunice. Mulheres sábias, de uma fé sem fingimento, que incutiram em sua mente, de forma dedicada, as minhas palavras. Eu já o havia escolhido para ser meu seguidor, mas se fazia necessário prepará-lo para o dia em que Paulo passaria por sua cidade natal. (continua – Cap. 23*).

Tomé, o curioso. Aquela seria minha última refeição com os doze. Estávamos reunidos ao redor da mesa. Tomei em minhas mãos elementos ordinários para revesti-los de significado extraordinário, como sempre faço. Tomei um pão, abençoei-o, parti e lhes dei, dizendo: Tomem e comam, porque este é o meu corpo. Em seguida, tomei o cálice, dei graças e lhes dei, dizendo: Este é o meu sangue, que confirma a aliança. Ele é derramado como sacrifício por muitos. Era o anúncio de minha morte. E não somente isso. Denunciava também que o traidor estava entre nós. Seus olhares foram invadidos por medo e insegurança, então comecei a dizer-lhes que não precisavam ficar atribulados. Era necessário apenas crer em Deus e também em mim. Reafirmei que eles sabiam o caminho que eu estava por percorrer quando, repentinamente, Tomé me pergunta: Como saber o caminho? (continua – Cap. 25*).

Jesus está vivo, ativo, falante. Ele quer comunicar seu imenso amor, derramar sua paz e alegria, orientar-nos com sua sabedoria. Vamos, pois, ouvir o que Jesus tem a nos dizer, nós que somos seus discípulo amados, suas discípulas amadas.


Camila Zemuner, Sérgio Bastoni e Rodolfo Montosa

* Os textos são retirados do livro Meus Discípulos, sendo transcrito, aqui, somente o início do capítulo.

 

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