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[Jesus] lhe disse: - Siga-me! Ele se levantou e o seguiu (Mateus 9.9b).


Ser e fazer discípulos de Cristo: essa é a nossa missão. Inspirados nisso, escrevemos o livro Meus Discípulos para nos guiar por meio das lindas histórias vivenciadas entre Jesus e sua gente muito amada e relatadas nos Evangelhos, principalmente. Personas diferentes que nos representam e geram identificações relevantes. O desenvolvimento das reflexões foi feito em equipe. Deixamos nossa imaginação fluir sobre como Jesus estaria contando suas impressões a respeito de algumas das pessoas com quem mais conviveu e às quais deu o nome de “discípulos(as)”. Vejamos alguns:

Tito, o confiável. Tito era gentio e foi por meio de meu servo Paulo, de sua ousada pregação, que ainda jovem me conheceu e teve uma experiência comigo. Eu o escolhi desde antes da fundação do mundo para ser meu discípulo. Deleguei a Paulo, como irmão mais experiente e maduro, a missão de caminhar com Tito de forma que, a cada dia, me conhecesse mais. A convicção de Paulo acerca de sua própria identidade e fé – Sejam meus imitadores, como também eu sou imitador de Cristo (1 Coríntios 11.1 – NAA) – serviu de referência para o discípulo (continua – Cap. 24*).

Nicodemos, o mestre humilde. Certo líder religioso veio a mim de noite e bem discretamente se aproximou. Ele desejava me encontrar sozinho, sem os olhares dos discípulos, da multidão e, principalmente, dos judeus. Ele era um professor respeitado, uma autoridade, chamado de “príncipe” entre o povo. Nicodemos já tinha idade avançada e carregava em seu rosto as marcas de uma vida fundamentada em regras e sacrifícios. Como fariseu e membro do Sinédrio, era estudioso e sabia muito da lei, mas nada sobre mim. Fiquei tão feliz quando ele chegou de mansinho. Sim, ele veio porque eu o escolhi no meio de tanta incredulidade e inveja, eu o atraí com amor (continua – Cap. 19*).

Lídia, a escolhida. Havia chegado o momento de alcançar o Ocidente, em direção a toda Europa. Conduzi meus discípulos Paulo, Silas, Lucas e Timóteo até a colônia romana de Filipos, a pequena Roma. A ida deles àquela cidade era fundamental para que encontrassem Lídia, a quem eu havia escolhido antes da fundação do mundo. Quantos planos realizaria em Lídia e por meio dela. Mulher forte e empreendedora, habilidosa vendedora de púrpura, não se amedrontava diante das circunstâncias difíceis. Ao contrário, enfrentava seus desafios buscando orientação e força em Deus. Eu mesmo, por meio do Espírito Santo, havia colocado o desejo em seu coração de me conhecer e buscar a verdade (continua – Cap. 13*).

Jesus está vivo, ativo, falante. Ele quer comunicar seu imenso amor, derramar sua paz e alegria, orientar-nos com sua sabedoria. Vamos, pois, ouvir o que Jesus tem a nos dizer, nós que somos seus discípulo amados, suas discípulas amadas.


Vanessa Sene Cardoso, Priscila Comazi Lewicheski das Dores, Fabiana Araújo Bastoni
* Os textos são retirados do livro Meus Discípulos, sendo transcrito, aqui, somente o início do capítulo.

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