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Mensagem de 14.05.17

E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele (1 João 4.16).

É sempre uma inspiração pensar, escrever, falar, cantar o amor de Deus. É tema que empolga, encanta fascina o nosso coração. É tocante pensar no quanto Deus nos ama, pensar nas infinitas formas por meio das quais ele expressa o seu maravilhoso amor por todos nós. Gostaria de tecer, com o meu caro e dileto leitor, algumas ideias sobre o amor de Deus:

O amor de Deus é incessante. Lemos em Jeremias 31.3: De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí. Deus nos ama sem interrupções. Quando fracassamos, falhamos, erramos, tropeçamos, caímos, ainda assim ele continua nos amando. Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que  era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim (João 13.1). Jesus nos ama até ao fim, noite e dia, o tempo todo ele está nos amando, seu amor não cessa, não para, ele nos ama sempre.

O amor de Deus é imerecido.  O apóstolo Paulo, na sua belíssima epístola aos romanos, escreve: Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8). Que maravilha! Deus provou o seu amor para conosco permitindo que Cristo morresse por nós, sendo nós ainda pecadores. Diante de Deus somos imundos, falhos, perdidos, sem nenhum merecimento, mas ainda assim ele nos ama, nos abraça e nos aceita em Cristo Jesus.

O amor de Deus é irresistível. Quando o apóstolo Paulo fala sobre o amor de Deus, ele diz assim: Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram (2 Coríntios 5.14). De fato, o amor de Deus por nós é tão forte e tão intenso que não temos condições de resistir. Os preconceitos, o orgulho, a dureza de coração, todas essas coisas se rendem diante do amor de Deus.

O amor de Deus é indescritível. Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16). A expressão de tal maneira dá ideia de que não há palavras na nossa linguagem para descrever, para narrar o grande amor de Deus. Deixemos que esse amor nos envolva.

O amor de Deus é incomparável.  Em João 15.13 lemos estas palavras de Jesus: Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Jesus deu, espontaneamente, a sua vida por nós (João 10.17-18). O amor de Deus não se compara a nenhum outro, ele é singular, é diferente, é único.

O amor de Deus é incomensurável. O amor de Deus não pode ser medido: E, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus (Efésios 3.17-19). Quanta beleza nessas quatro palavras do apóstolo Paulo: largura, comprimento, altura e profundidade. Como medir, entender, explicar, racionalizar esse amor? É de fato tocante quando pensamos que o amor de Deus é tão grande!

Falar sobre o amor de Deus é falar sobre a sua própria essência, pois Deus é amor.

Que Deus nos ajude a desfrutarmos e a retribuirmos o seu amor.

Rev. Messias Anacleto Rosa