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Mensagem de 19.07.15

Salmo 22.1-2

Introdução

Este Salmo foi escrito por Davi. A expressão “Corça da manhã” sugere uma gazela perseguida por caçadores, um sofredor inocente diante de um inimigo implacável. Este salmo fala sobre o sofrimento do povo de Israel que era continuamente torturado, mas continuamente restituído à vida. Muitos estudiosos veem neste Salmo um salmo profético, pois anuncia em detalhes o sofrimento da morte por crucificação e confirmam em detalhes o sofrimento do Messias; é a fotografia da cruz. Assim, é o Salmo da Cruz, e, hoje, nós o faremos nosso. Vamos passear por ele verificando de que maneira Deus age no sofrimento, dando vitória ao Povo de Israel, assim como a Jesus, assim como a nós.
 

1.Um desabafo sincero (1-2)

•O salmista se dirige a Deus, o seu Deus, sem rodeios, gritando por causo de um abandono;

•Seu grito parece não ser ouvido pelo seu Deus. Trata-se de um silêncio incômodo;

•Por que tudo isso? Eu mereço? Quero saber o porquê do abandono. É o brado do salvador que morre.
 

2.Uma bela adoração (3-5)

•Mesmo diante de tudo que nos acontece, Deus continua sendo santo, entronizado;

•Ele é digno de confiança. A história diz isso! Ó tu que habitas no trono, vem me livrar;

•Os que clamam são libertos; os que confiam não são confundidos. De Deus vem a esperança. 
 

3.Um sofrimento vergonhoso (6-8)

•Sou verme: corante feito a partir do verme esmagado. Não sirvo para nada!

•Sou vergonha e desprezo. Quantas vezes nos sentimos assim?

•Assim como Jesus, o salmista foi insultado. Confiou no Senhor! Que ele te livre!
 

4.Uma completa consagração (9-11)

•O Senhor é quem nos deu vida. Estamos sobre a face da terra porque Deus quis assim;

•Sua obra em nós está incompleta e o salmista afirma que se consagrou desde a infância;

•A tribulação está próxima e sem Deus não temos condições de avançar.
 

5.Uma aflição dolorosa (12-18)

•Touros de Basã: Basã terra de gigantes e de pasto verde. Os touros eram muito mais fortes;

•Comparação com os soldados romanos que são implacáveis e violentos;

•Derramei-me como água e ossos desconjuntados: Lucas 19.32-34. Jesus passou por isso;

•Traspassaram-me as mãos e os pés e vestes rasgadas: nítida menção da morte de cruz.
 

6.Um pedido pessoal (19-21)

•O salmista agora se dirige a Deus (Yehovah), cheio de temor, mas num pedido bem pessoal;

•O pedido é urgente. Ele não aguenta mais sofrer. Livra-me do ataque premeditado e agressivo.
 

7.Um compromisso firme (22-26)

•Cristo, como irmão, preceptor, o primogênito entre os cristãos. Uma entrega consciente;

•Declararei e cantarei! Compromisso de anunciar a fidelidade e a possível vitória;

•Ainda não há a constatação da vitória, mas compromete-se a anunciar os feitos. Isto é fé.
 

8.Uma constatação profética  (27-29)

•Conversão do mundo! A compreensão de confins da terra era ir além do povo hebreu;

•As famílias da terra se prostrarão, pois verão a salvação que Deus vai operar por meio de Jesus;

•Mesmo os orgulhosos vão se prostrar, reconhecer e adorar.
 

9.Uma consumação estratégica (30-31)

•O futuro reconhecerá o sacrifício único de Jesus. Isso fará com que todos o sirvam;

•Jesus conjuga a morte na primeira pessoa sem ser um suicídio: Foi morto, mas quis morrer;

•Todos os povos das gerações vindouras saberão que ele veio para salvar. Aleluia!
 

Conclusão

Filipenses 2.7-11►A ele a glória hoje e sempre.

 

Rev. Daniel Zemuner Barbosa