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Quando crescemos em intimidade no relacionamento com alguém, cresce também nosso vocabulário, aumenta a liberdade, há alegria em estar na presença, e, na ausência, damos um jeito de atualizar a conversa. Com Deus não é diferente, quanto mais temos intimidade com ele, mais temos alegria e prazer em sua companhia, temos liberdade para falar sobre nossas necessidades, pedimos em nosso favor e intercedemos por alguém sem a preocupação de sermos mal interpretados. A Bíblia nos inspira a vivermos assim:

Nos Salmos: Davi relata, no salmo 142, que estava sendo perseguido pelos seus inimigos, e se esconde na caverna. Um lugar escuro, frio e de solidão. É nesse momento que ele se volta para o Senhor e faz uma oração profunda de petição. Suas palavras expressam o seu coração quebrantado diante de Deus. Ele ergue sua voz e clama ao Senhor, declara que Deus é seu refúgio e pede livramento dos seus perseguidores. Davi nos inspira a termos uma vida de relacionamento relevante com Deus. Essa intimidade é desenvolvida também por meio da petição, e ela acontece de forma equilibrada e sem exageros, gerando transformação e vida.

Jesus: não só ensinava, como praticava a oração de intercessão e petição. Na parábola do juiz iníquo e da viúva, o Mestre ainda destaca a importância de perseverar nesse tipo de oração. Muitas vezes somos genéricos e sem metas, quando devemos ser específicos como aquela viúva (Lucas 18.1-8). Vamos mergulhar nessa narrativa de Jesus sobre a importância da forma como oramos.

No Antigo Testamento: lemos que a rainha Ester se encheu de coragem para interceder ao rei em favor de seu povo. Quando teve oportunidade de se envolver numa questão muito importante para o reino e para as famílias da nação, jejuou e orou a Deus antes de entrar nessa desafiadora empreitada (Et 4.16). Aprendemos a importância do jejum e da oração como renúncia, dependência e preparo em nossas petições ao Senhor.

No Novo Testamento: quando a igreja enfrentou dificuldades e ameaças, buscou de maneira unânime ao Soberano Senhor que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que nela há em oração de petição e intercessão. A igreja clamou apresentando sua causa e crendo que Deus manifestaria seu poder. O resultado? Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos... (At 4.31). Vamos orar até que trema o lugar onde estamos.

Que a nossa vida de oração seja intensa, a ponto de abrirmos nosso coração em liberdade e perseverança diante do Senhor, para pedirmos e intercedermos diante das mais específicas causas. Que o nosso repertório não seja apenas esse, mas que nossa intimidade seja profunda o suficiente para pedirmos e descansarmos diante do poder e da soberania daquele que nos ouve.


Patrícia Rodrigues, Andréia Pereira, Daniel Zemuner e Pedro Leal Junior

 

 

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