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Mensagem de 26.03.17


Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou (Lucas 23.46).


As últimas palavras de Jesus antes de sua morte foram uma oração ao Pai. E, ao acompanharmos sua vida, aprendemos que, desde o início de seu ministério, a oração foi-lhe uma prática indispensável.

Jesus orou, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu (Lucas 3.21-22). Logo após seu batismo, Jesus passou a orar e, naquele momento, o céu se abriu, o Espírito Santo desceu e uma voz disse: Este é o meu Filho amado em quem me comprazo. Assim como Jesus, quando oramos os céus se abrem, o Espírito Santo desce sobre nós e o Pai revela o quanto nos ama.

Jesus se retirava para lugares solitários para orar (Lucas 5.16). Após ter curado um leproso, grandes multidões iam até ele para o ouvirem e serem curadas de suas enfermidades. Ele, porém, se retirava para lugares solitários e orava. A oração para Jesus não era um peso, uma troca, mas uma disciplina de solitude e meditação.

Jesus orou antes de tomar decisões importantes (Lucas 6.12). Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. O ministério de Jesus estava iniciando e ele havia de escolher com precisão seus discípulos. Passou a noite orando para que Deus o iluminasse. Em seguida, escolheu doze dentre eles para serem os apóstolos.

Jesus ensinou a orar pelos inimigos (Lucas 6.28). Numa grande demonstração de altruísmo, Jesus ensina a bendizer aos que nos maldizem e orar pelos que nos caluniam! Também nos orienta a amar os inimigos e orar pelos que nos perseguem (Mateus 5.44). Qual tem sido nossa atitude com relação aos nossos desafetos?

Jesus ensinou que a oração é um projeto comunitário (Lucas 11.1). De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar...um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar. Jesus, amorosamente, ensinou a oração do Pai nosso, na qual os pedidos são feitos em favor de toda comunidade e o perdão é mencionado de forma enfática.

Jesus insistiu sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer (Lucas 18.1). Ao contar parábolas, o Mestre ensinava lições indescritíveis. Neste episódio, ao apresentar a história do juiz iníquo, deixa claro seus valores: Orar sempre e não desanimar!

Jesus orou de joelhos quando estava aflito (Lucas 22.41-42). No Getsêmani, nos momentos finais de sua vida, se retirou para orar. De joelhos, em meio à aflição, o Filho do Deus Altíssimo orou de forma intensa e submissa: Não se faça a minha vontade, e sim a tua. Que lição preciosa!

Por fim, no último suspiro, Jesus faz sua última oração (Lucas 23.46). Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. O Senhor dos Exércitos morreu orando, convicto de que estava cumprindo sua missão em nosso favor. Que possamos entregar nossa vida nas mãos do Pai e vivermos uma vida de oração e serviço assim como nosso lindo Mestre. A ele a glória, amém!

Rev. Daniel Zemuner Barbosa