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Mensagem de 18.08.19

Se possível, no que depender de vocês, vivam em paz com todas as pessoas (Romanos 12.18 - NAA).


Nos meses de agosto e setembro seremos desafiados a olhar para o outro (próximo) através da ótica de Deus, que é fator primordial para o crescimento, desenvolvimento e amadurecimento do corpo de Cristo. Anteriormente, abordamos os temas de amar e honrar uns aos outros, e hoje vamos refletir sobre a bênção de ter paz uns com os outros.

Primeiramente, devemos sempre lembrar que a verdadeira paz só pode ser conhecida por meio de Cristo, visto que Jesus é o Príncipe da Paz e assim tem o poder de gerá-la em nós. Como fruto do Espírito, a paz tem a capacidade de produzir um bem-estar interno que traz fim às guerras emocionais, aos conflitos mais exaustivos que enfrentamos dentro de nós. De fato, esse é o maior benefício que recebemos, pois a ausência da paz nos faz viver em angústias, preocupações, ansiedades e medos, trazendo muitos malefícios para a nossa vida.

Em Romanos 12, Paulo nos conta que quando vivemos em paz com aqueles que estão ao nosso redor, nos tornamos promotores da paz, e tal ideia é reforçada no sermão do monte em Mateus 5.9 (NVT): Felizes os que promovem a paz, pois serão chamados filhos de Deus. Além disso, quando tal característica é demonstrada aos outros fica claro que somos, verdadeiramente, discípulos de Cristo.

No entanto, muitas vezes, nossos esforços para viver em paz com os outros são frustrados por nossas próprias limitações, ou pela falta de disposição deles em se relacionar conosco. Esses desafios nos impedem de ter relacionamentos em concordância com os padrões de Cristo, criando assim disputas que devem ser entregues nas mãos do Senhor, para que recebam o julgamento.

É importante notar que a promoção da paz não depende do outro, mas sim de mim. O apóstolo Paulo não diz que a razão do conflito sou eu, mas afirma que a paz depende de mim. Sendo assim, somos impulsionados a olhar ao redor e fixar os olhos em nossos relacionamentos, sejam familiares, de vizinhança, profissionais, na célula ou igreja, e perceber se estamos ou não cumprindo o nosso dever, como cristãos, de manter a paz.

Caso nossa conclusão seja de que não fizemos todo o esforço necessário para obedecer a Deus e estabelecer a paz, é imprescindível intervir para alcançar essa vitória.

Assim, somos convidados a vivenciar a palavra de Deus para que, juntos, possamos viver em paz e harmonia, de acordo com sua vontade.

Rev. Marcelo Galhardo