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O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) é um dia de intercessão pelos cristãos perseguidos ao redor do mundo. Igrejas do Brasil inteiro dispõem seus cultos ou partes deles para fazer algo em prol de quem é perseguido por amor a Cristo. Estima-se que, atualmente, cerca de 215 milhões de cristãos enfrentam algum tipo de hostilidade.

O evento idealizado pelo Irmão André, fundador de Portas Abertas, acontece no Brasil desde 1988 e tem os objetivos de: servir os cristãos perseguidos, em oração; conscientizar a igreja brasileira a respeito da perseguição religiosa.

O tema do DIP esse ano é: “Juntos pela África”. Os cristãos da África enfrentam uma das piores perseguições de sua história. Principalmente em alguns países da África Subsaariana: Eritreia, Etiópia, Mali, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro-Africana, Somália, Sudão e Tanzânia.

A militância islâmica radical na África é parte de uma corrente ideológica global. Ao longo dos últimos anos, grupos inspirados no Estado Islâmico (EI) invadiram várias vilas e aldeias de cristãos que foram hostilizados, mas não negaram sua fé. Esses grupos radicais sustentam a mesma ideologia e prática do EI e, em sua maioria, já declararam fidelidade ao Estado Islâmico.

Uma das prioridades de Portas Abertas é preparar a igreja africana para a onda de perseguição extremista que está por vir.


Deus é mais que um pai para nós
Etiópia

Quando Motuma Kemede, cristão da Etiópia, foi morto na frente de sua esposa e filhos, eles ficaram devastados. Hoje, a viúva Buze e os filhos Wasihun e Bachu lembram-se do acontecido como se fosse ontem. Eles sentem muito a falta do pai e enfrentam muita pressão da sociedade. Além disso, não foi feita justiça no caso da morte de Motuma e isso tem prejudicado muito a saúde da viúva.

Apesar disso, eles estão se alegrando ao ver o cuidado e a provisão de Deus na vida deles. O apoio veio também por meio de Portas Abertas, que os ajudou a comprar comida e a pagar as mensalidades da escola. Buze também participou de atividades para aprender a ganhar seu próprio sustento e foi incluída no programa de cuidados às viúvas. Aos poucos, eles estão se recuperando e tratando seus traumas.

A família tem certeza do amor e cuidado de Deus por eles. “Meu pai costumava trabalhar dia e noite para nos dar o que precisávamos. Quando ele morreu, nós desistimos da vida. Pensávamos que não havia mais esperança. Mas o Senhor nos deu tudo aquilo que necessitávamos. Deus é mais que um pai para nós”, compartilhou Wasihun.

Leia esse e outros testemunhos e motivos de oração pela Igreja Perseguida no site de Portas Abertas. Acesse aqui.

Confira o vídeo aqui.