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Líderes, atenção! Nesta semana teremos uma lição especial para ministrar as crianças nas células.

TEXTO

Êxodo 11 a 13.16

Versículo chave

Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. (ICor 5.7b Rc)

PRINCÍPIO BÍBLICO

Jesus é a verdadeira páscoa, ele é o Cordeiro Pascal que foi morto, para nos dar vida!

ALVOS

Saber: Que Jesus é a nossa Páscoa.

Sentir: Alegria porque fomos libertos da escravidão do pecado.

Praticar: Celebrar Jesus a nossa Páscoa.

BREVE ESTUDO DO TEXTO

  • O Senhor fez com que o rei não deixasse os israelitas saírem.
  • O Senhor detalha a preparação da Páscoa.
  • Esse dia deve ser comemorado para sempre como lembrança do que Deus fez.
  • Quando os filhos perguntarem acerca da cerimônia, eles dirão:
  • -É o sacrifício da Páscoa em honra do Senhor Deus.
  • À meia noite, o Senhor Deus matou os filhos mais velhos das famílias do Egito.
  • Naquela mesma noite o rei expulsou os israelitas do Egito.
  • Todos os israelitas obedeceram e fizeram o que o Senhor havia ordenado.

INFORMAÇÃO E DEVOCIONAL

Ainda faltava a última derradeira “praga” para convencer o teimoso e obstinado rei a deixar o povo de Israel sair do Egito. Ele não só deixou sair, mas os expulsou do país.

Essa foi à praga mais severa. Antes de sair, o povo deveria pedir objetos de prata e de ouro dos seus vizinhos egípcios.

Moisés deu a última oportunidade ao rei, para deixa-los saírem pacificamente.

Caso contrário, os primogênitos do Egito morreriam, desde o filho mais velho do rei até a primeira cria dos animais. Mesmo assim, o rei continuou com o coração endurecido.

Em seguida, o Senhor deu as instruções para a celebração da primeira Páscoa e da libertação do povo. A comparação e a semelhança com a morte de Cristo na cruz são impressionantes. O termo Páscoa do hebraico pesah, significa “passar por cima” ou “poupar” (Bíblia Pentecostal. Pag 132). A Páscoa contém um rico simbolismo profético para os cristãos. Queremos fazer uma breve análise de algumas dessas semelhanças (Veja Bíblia Pentecostal pags. 132-133):

  1. O aspecto central do acontecimento da Páscoa era a graça salvadora de Deus. Deus tirou os israelitas do Egito não porque eram merecedores, mas por causa do seu amor por eles e por ser fiel à sua aliança (Dt.7.7-10). Do mesmo modo, a salvação em Cristo nos vem pela maravilhosa graça do Senhor(Ef 2.8-10; Tt 3.4,5).
  2. O sangue aplicado nos batentes dos lados de cima das portas das casas tinha como objetivo salvar da morte o filho primogênito de cada família israelita. Esse fato anuncia antecipadamente o derramamento do sangue de Cristo na cruz para nos salvar da morte e da ira de Deus contra o pecado (12.13,23,27;Rm 3.24-25;5.9; Cl 1.20; Hb 9.22; 1Pe 1.18-19). O cordeiro (ou cabrito) pascoal era o sacrifício da Páscoa em honra ao Senhor Deus (12.27) para morrer em lugar do primogênito. Isso prenuncia a morte substitutiva de Cristo (Is 53.4-5; Rm 3.25; 1Co 5.7).
  3. O cordeiro deveria ser sem defeito, de um ano (12.5). Esse fato simboliza a impecabilidade do Senhor Jesus Cristo (1Pe 1.18-19).
  4. O sangue do cordeiro precisava ser derramado para salvar vidas (12.6,7). O sangue de Cristo foi derramado para que todos pudessem viver (Jo 3.16; 1Pe 2.24).
  5. Deus ordenou o sinal do sangue não porque não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao povo israelita a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando-o para a vinda do Cordeiro de Deus que tiraria o pecado do mundo (Jo 1.29).
  6. Podemos comparar o Egito ao mundo, o rei a Satanás, a escravidão do povo hebreu a escravidão do pecado e a Páscoa a morte sacrificial de Cristo.

Deus disse que aquele dia deveria ser observado como um memorial perpétuo. Antes da construção do templo, todo ano os israelitas comemoravam a PÁSCOA. Eles reuniam-se em famílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam todo o fermento das casas e comiam ervas amargas. O ponto alto da celebração era quando recontavam a história de como seus ancestrais experimentaram a saída (êxodo) milagrosa da terra do Egito e a libertação da escravidão. Dessa forma,  de geração em geração, o povo hebreu guardava na memória a redenção divina e seu livramento do Egito. Era dever dos pais usar esse período da Páscoa para ensinar seus filhos a verdade acerca da libertação da escravidão. Da mesma forma, a Ceia do Senhor, a “Páscoa” dos nascidos de novo do Novo Testamento, tem o propósito de lembrar-nos da salvação em Cristo e da libertação de Satanás. Que nunca nos esqueçamos de agradecer a Deus pela obra de Cristo na cruz e pela sua ressurreição, a nova Páscoa, que nos garante salvação eterna, e transmitamos sempre essas boas novas a nossos filhos e netos.

QUEBRA-GELO

Escolha uma menina e um menino para participar. Pegue uma caixa e coloque os seguintes objetos: chocolates, figuras de cordeiro, bíblia, um carrinho, etc. Peça para as crianças explicarem o que elas entendem por Páscoa.

COMPARTILHANDO A VISÃO

Talvez a sua célula já tenha um cartaz com o nome dos amigos do Oikos. Caso não tenha essa será uma boa chance de cada um escrever o nome do seu amigo e deixar em exposição. Orem por cada amigo que tenha o nome escrito no cartaz, para que venha a convidar Jesus para ser seu melhor amigo.

EDIFICAÇÃO

Utilize a mesma caixa da abertura para esse momento.

Vá tirando da caixa os objetos ou figuras RED para contar a história.

Comece relembrando com as crianças as 09 pragas que Deus enviou.

Mesmo depois das 09 pragas o faraó se recusava a deixar o povo ir.

Então Moisés anunciou ao faraó a décima praga. Moisés disse ao rei que se não libertasse o povo de Israel, o filho mais velho de cada família e também de cada criação iria morrer desde o filho do rei até o filho da escrava.

Mesmo assim o rei não libertou o povo. Moisés então explicou ao povo o que deveria fazer para se proteger da décima praga.

(Leia Êxodo 12.3-14).

O povo obedeceu a tudo o que Moisés tinha dito. E como ele havia dito, os filhos mais velhos das famílias do Egito morreram, mas ninguém morreu nas famílias que tinham obedecido às instruções.

Naquela mesma noite quando o rei viu que seu filho querido tinha morrido, expulsou os israelitas do Egito. Deus disse que aquele dia deveria ser lembrado para sempre. Todos os anos os Israelitas deveriam sacrificar um cordeiro, retirar todo o fermento das casas e comer ervas amargas. E nesse momento recontar aos seus filhos como seus ascendentes saíram de forma milagrosa da terra do Egito e foram libertos da escravidão.

Quando os filhos perguntassem:

- O que estamos comemorando?

Os pais responderiam:

-É o sacrifício da Páscoa em honra do senhor Deus.

Assim lembrariam o que havia acontecido e como Deus os libertou da escravidão.

Assim como o povo de Israel tem uma festa para lembrar que foram libertos da escravidão do Egito, nós também temos uma festa que nos lembra de que fomos livres da escravidão do pecado. Quem lembra

 qual é a festa? Essa festa também é chamada de Páscoa. O povo de israel. usou o sangue do cordeiro para livrá-los da morte. Jesus usou seu próprio sangue para nos livrar. Mas Jesus, o cordeiro de Deus, não ficou morto. Ele ressuscitou no terceiro dia e está vivo, libertando a todos que o reconhecem como Senhor e Salvador de sua vida.

Atividade

Providencie cópias RED de acordo com o número de participantes maiores e menores.

Menores – Leve palito de sorvete para colarem na cruz e pedrinhas para colarem no túmulo. Isso servirá para lembrar que Deus nos livra da escravidão do pecado.

Maiores – Complete o quadro: encontre as palavras que estão faltando no caça-palavras e escreva-as nos lugares correspondentes.

Momento do encontro

Vamos louvar ao Senhor para lembrar que ele nos livra da escravidão do pecado? Vamos escolher cânticos que falem do seu poder, de Jesus como Salvador e Senhor.

Confira as atividades práticas aqui.