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“A célula para mim é um bálsamo, pois além de aprender tanto sobre a Bíblia, conhecemos pessoas maravilhosas e nos tornamos uma família, onde todos se respeitam e se querem bem.”

Há um ditado que diz: “Há males que vêm para o bem”. Posso afirmar, na caminhada com Cristo, que na verdade, Deus transforma males em bênçãos, pois o que me aconteceu foi um mal que me levou à maior bênção da minha vida, que foi conhecer Jesus e a Primeira Igreja Presbiteriana Independente.

Certa vez minha coluna travou e eu fiquei paralisada com dores horríveis. Meu marido me levou ao hospital e minha filha, Silvana, me acompanhou. Enquanto ela me esperava, passou uma senhora da Igreja, a Maria José, da qual hoje somos grandes amigas, e perguntou à minha filha o que ela estava fazendo ali. Ela explicou e, então, a Maria José a convidou para ir à uma célula no dia seguinte. Apesar de não ter noção do que era, ela resolveu ir, sem conhecer ninguém, e estar chovendo muito.

Se apresentou na casa da senhora, assistiu à célula, e lá ficou sabendo da Tarde de Esperança. Ela gostou muito e me convidou para ir junto, e passei a frequentar, às terças-feiras, com a minha filha. Passamos a frequentar também a célula. Não sei quantos anos já se passaram, mas nunca mais paramos. Fomos discipuladas e batizadas.

A célula para mim é um bálsamo, pois além de aprender tanto sobre a Bíblia, conhecemos pessoas maravilhosas e nos tornamos uma família, onde todos se respeitam e se querem bem.

No começo do ano passado tive um câncer retal, os médicos disseram que era bem grave. Mas, graças a Deus, à fé e à bondade dos meus companheiros de célula, que foram incansáveis orando muito por mim, fiquei completamente curada.

Hoje, procuro não faltar em nenhum culto dominical, nem na célula, pois aprendi e aprendo muito sobre Deus, a Bíblia, e muitas coisas bonitas, como o amor e o respeito ao próximo.

Agradeço muito à Neide, nossa superintendente, ao Luiz Carlos Souza, nosso líder, que não medem esforços para estarem conosco, prontos, dispostos a nos ensinar, explicar e tirar nossas dúvidas.

Hoje vivo muito melhor, entendo que Deus transforma o mal que estamos vivendo em bem. Ele usa o deserto que passamos para falar conosco. Vivi momentos difíceis, mas em meio a tudo isso conheci essa Igreja maravilhosa, seus pastores, muito competentes, cultos; tanta gente bondosa e dedicada que se preocupam conosco e ora incessantemente pela nossa cura e pela nossa família.

Obrigada Deus, obrigada Jesus, obrigada Neide, obrigada Luiz e obrigada a todos os nossos companheiros de célula.

Eleny Santos Romero