Conteúdo e Mídia

Notícias

Completei 21 anos de trabalho no Oriente Médio. Um tempo marcado por um profundo envolvimento e comunhão com a comunidade cristã, nessa região onde é o berço de nossa fé.

O começo foi singelo, porém, a envergadura dos projetos foi crescendo, fazendo com que tudo o que Deus nos deu para realizar e compartilhar se tornasse em uma caminhada de serviço, influência e, principalmente, credibilidade.

A sede de nosso projeto é em Amã, Jordânia, onde está a maioria dos nossos relacionamentos, mas nosso trabalho foi além das fronteiras jordanianas. Chipre, Síria, Líbano, Turquia, Dubai, Abu Dhabi, Egito, Israel e Palestina foram nações por onde passamos, ministrando nas igrejas, gravando, produzindo programas de rádio e vídeo clipes para TV, e fazendo congressos de adoração. Ainda tive a oportunidade de traduzir meu livro, “Adoração, quando a fé se torna amor”, para o árabe. Participamos, também, do resgate de alguns irmãos refugiados, os levamos para o Brasil, e continuamos cuidando.

Em tudo vimos o cuidado das mãos de Deus nessa caminhada frutífera e crescente. Hoje estou colhendo os frutos. Em cada viagem o desafio é ter agenda para a demanda, pois tenho convite de muitas igrejas.

A Jordânia continua sendo um lugar abençoado e pacífico, mesmo tendo todos seus vizinhos envolvidos em conflitos. Por isso, é aqui que estamos embrionando a continuidade de outros projetos, procurando envolver os irmãos que estão nas zonas de conflito e que necessitam urgente de apoio.

O Congresso neste ano foi liderado por um dos grupos que tem estado conosco em congressos anteriores e que faz um encontro de adoração e edificação todos os anos aqui em Amã. Fui como preletor. Como sempre, Deus nos surpreendeu, não só o encontro foi de grande bênção para os cerca de 120 jovens, mas também o que veio depois me trouxe grande alegria.

Quando cheguei na Igreja Aliança, quase não havia lugar para estacionar. Essa igreja onde costumo ir nesses 21 anos tinha muita gente. Por mais de 10 anos essa comunidade serve e abençoa refugiados iraquianos. Todas as terças-feiras essa igreja abre as portas para que essas pessoas, que ainda vivem sem expectativas, possam usufruir do amor e da graça de Deus. Nesse dia tive a honra de cantar e pregar. Falei sobre cura e no final tive a oportunidade de praticar o que preguei, orando pelas pessoas. Foi uma das minhas mais abençoadas viagens, que ainda teve o bônus de uma ministração em Londres.

Sem dúvida, continuo sentindo que Deus fez de minha vida uma dessas abelhinhas que distribui a essência de Deus pelo mundo afora.

Asaph Borba