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Testemunho da vida em célula.

“Pai, em forma de gratidão por ter me ajudado a me formar no ano de 2015, a partir de 2016 quero, de fato, estar em sua presença, participando da Igreja, oficializando que pertenço à sua casa, casa essa que frequento há mais de dez anos. Mesmo pensando que a célula possa ser um modo invasivo da igreja se intrometer em minha vida, quero sim participar de uma, já que seu Espírito diz que vai ser bênção. Mas, por favor, que seja com pessoas que... Bom, o Senhor sabe como sou: gosto de rir, de brincar, e de falar de ti. Pai, quero saber mais de ti. Amém.”

Esse foi um dos pedidos mais difíceis e, ao mesmo tempo, mais confortantes que fiz em minha vida, pois era um momento em que o Espírito Santo derrubava o muro de decepções que eu ergui ao meu redor para me defender da tamanha falsa religiosidade que o mundo me mostrara há trinta anos de caminhada, e alinhava, amorosamente, com o cuidado que ele tem por nós. Caminhar sozinho é um grande risco, você pode estar dominado pelas suas próprias vontades e elas fazem você olhar somente para si mesmo.

Meu pedido foi atendido de maneira integral, até os mínimos detalhes que pensei e não disse, ele fez. As pessoas da minha célula, a começar pela minha líder, me aproximam e me mostram mais de Cristo, mais do amor dele para comigo, pessoas exatamente como eu, imperfeitas, fazemos de problemas as nossas piadas, um amparando o outro. A graça superabundou e atingiu minha família, sendo a porta da minha casa aberta, o Deus que eu sirvo foi visto, já que nem todos o conheciam.  

E quanto ao muro de decepções? Bom, Deus apenas começou a boa obra, e é fiel para terminá-la até o fim.

Juliana Garcia