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Este é o mês de aniversário da nossa Igreja. No dia 10 ela completará 78 anos. E para comemorar a data usaremos este espaço de nosso boletim, durante o mês de julho, para compartilhar histórias e mensagens de irmãos e irmãs que estão na Igreja há mais de 50 anos.

“Depois de Jesus, a igreja é tudo. É onde me sinto muito bem, tenho alegria em participar com os irmãos. É um lugar bom para mim e para minha família”, afirma Geninho Zemuner.

Geninho mudou-se para Londrina em 1963 com a esposa Emília, e os quatro filhos. Ele lembra como se fosse hoje, e faz questão de ressaltar os irmãos que o receberam quando foi, pela primeira vez, ao templo da 1ª IPI: Rev. Jonas Dias Martins e seu filho Chileon, Antônio Ajarilla, Calvino Franco e Elias Montosa. Como era muito tímido, Geninho sentava sempre nos bancos de trás, até que um dia o Rev. Jonas o convidou para ser presbítero. Acabou sendo eleito com o maior número de votos. “Quando fui servir a primeira santa ceia quase derrubei os copinhos de tanto que eu tremia”. Sua participação no Conselho da Igreja foi ativa e longeva, vinte anos.

Depois de uma década na Igreja, já como presbítero, apoiou a vinda do Rev. Messias Anacleto Rosa para Londrina. Seus filhos e netos cresceram na Igreja, sempre envolvidos na obra do Senhor.

Geninho teve e tem uma participação ativa na Igreja, foi mestre de obras na construção do anexo do templo. Enquanto trabalhava, todos os dias recebia a visita de outro pioneiro, o irmão Augusto Gomes, que dizia: “Não posso fazer o que o senhor faz, mas posso orar por sua vida”. A comunhão e o convívio em comunidade foram e continuam sendo um valor para Geninho. Entre as tantas histórias, ele lembra de quando ficou internado por vinte dias e recebeu a visita da Pra. Cibele e do Pr. Rodolfo Montosa: “A TV estava ligada e o pastor perguntou se era possível diminuir o volume para que pudessem orar”. No leito ao lado havia um presidiário que também ouviu a oração. Geninho havia ganhado CDs com músicas do pastor e deu um para o outro paciente.“Algum tempo depois ele saiu da cadeia e me ligou para contar”, relembra. Geninho gosta de levar alegria e falar de Jesus por onde passa. E os frutos vão aparecendo, vidas alcançadas pelo evangelho.

 “A minha vida com a igreja é fiel. Eduquei meus filhos e todos estão firmes”, conclui. Geninho e sua esposa Emília têm 4 filhos, 8 netos e 6 bisnetos que perpetuarão sua trajetória de fé.

Quero trazer à memória o que me pode dar esperança (Lamentações 3.21).