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1ª IPI de Londrina

Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito (Mateus 28.6 – NAA).

Um musical que celebrou a ressurreição e nos lembrou o valor da eternidade. O Espaço Esperança amanheceu tomado por atmosfera de fé e reverência. No domingo de Páscoa, a igreja se reuniu para celebrar a ressurreição de Cristo de forma singular, com um musical emocionante e profundamente espiritual. Cânticos, encenações, poesia e a mesa posta lembraram a todos que Jesus está vivo e que sua vitória sobre a morte transformou nossa história para sempre.

O musical “À Mesa” nos conduziu da última ceia ao re­torno glorioso de Cristo. O cenário alternou momentos de profundo silêncio, risos no céu, preparativos para a grande festa e a emoção do reencontro final. Enquanto os anjos se organizavam para o grande banquete celestial, a igreja foi conduzida a refletir: E se ele não tivesse ressus­citado? Ficou claro que se Jesus não tivesse ressuscitado não haveria perdão, milagre ou salvação. Mas ele vive! Res­suscitou! E está preparando a mesa para seus filhos.

A Páscoa transforma o passado, o presente e o futuro: somos convidados a refletir sobre a profundidade da obra de Cristo. A cruz alcança nosso passado, cura feridas, apa­ga traumas, derruba acusações. Em Cristo, não há mais condenação. O presente também é tocado pela sua graça, Jesus está conosco, caminha ao nosso lado, muda nossa história e habita nossos dias com poder. A mesa aponta para o que ainda virá, anuncia um futuro seguro, o dia em que veremos o Senhor face a face, e tudo que hoje enxer­gamos, pela fé, será plenamente revelado. A eternidade é real. A promessa está viva. Nosso lugar está preparado.

A Páscoa pode ser vista em três atos: a história da Pás­coa não se resume a uma cena, mas a três momentos que revelam o plano perfeito de Deus: a sexta-feira das do­res, o sábado do silêncio e o domingo de glória. Na sexta, vemos o sofrimento, o peso da cruz, a dor e o sacrifício. Jesus foi entregue, ferido e carregou sobre si tudo o que nos separava do Pai. No sábado, o silêncio ecoou em alto som. Tudo parecia perdido. Foi o tempo da espera, da dúvida, do luto. Mas, também, foi tempo de preparação, momento em que o céu ainda trabalhava, mesmo quando a Terra não via. No domingo, a glória rompeu o silêncio, a pedra foi removida, a morte vencida. Assim, a esperança se levantou para nunca mais cair. A ressurreição não foi apenas o final da história, foi o começo de tudo o que é eterno.

À mesa com todos os sentidos: Ao relembrarmos a últi­ma ceia, percebemos que Jesus recrutou todos os cinco sentidos: o toque, ao tomar o pão em suas mãos; a visão, ao levantar os elementos; o aroma do amor sacrificial; a escuta das promessas; e, por fim, o sabor do corpo e do sangue representados. Nada foi aleatório, tudo foi inten­cional. A mesa de Jesus nos alcança por inteiro: toca o corpo, cura a alma e acende o espírito. Somos chamados a consagrar a vida inteira ao Senhor.

A cruz não foi o fim da história; foi a virada. A ressurrei­ção é a certeza de que a morte perdeu. A mesa é o lembre­te de que pertencemos a ele: passado, presente e futuro.

A Páscoa nos lembra que Jesus não apenas veio, mas voltará; e a mesa está posta.

Por Alexandra Barbon

Confira as fotos aqui.
Assista ao musical aqui.

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