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1 Coríntios 15.35–58
Nesse trecho, Paulo responde a dúvidas profundas sobre a ressurreição. Perguntas não apenas teóricas, mas ideias que tocam o cerne da fé cristã e o significado da verdadeira esperança. Em um mundo marcado pela morte e pela aparente vitória do mal, a ressurreição de Cristo surge como a certeza inabalável de que Deus já começou a restaurar todas as coisas. Em Cristo, o futuro não é uma dúvida perturbadora, mas uma promessa viva. Assim, Paulo nos faz refletir sobre a glória futura que já brilhou na ressurreição do nosso Senhor e que brilhará sobre todos aqueles que nele creem.
A ressurreição resolve o problema da corrupção humana (vv 36–41). Paulo nos mostra que a ressurreição é racional e compreensível. A semente que morre para gerar vida é um sinal visível do que Deus faz com seus filhos. O corpo que hoje carregamos é marcado pela corrupção, limitações e fraqueza, fruto da queda. Mas o Criador é capaz de transformar o perecível em imperecível. Assim como Ele dá a cada criatura um corpo segundo sua vontade, Ele também concederá aos eleitos corpos compatíveis à vida eterna. A ressurreição é, portanto, a resposta divina ao que o pecado destruiu.
A ressurreição revela nossa verdadeira esperança (vv 42–49). Paulo coloca diante de nós dois representantes. Em Adão herdamos um corpo natural, fraco e sujeito ao pecado e à morte. Em Cristo recebemos a promessa de um corpo espiritual, glorioso e incorruptível. Isso significa um corpo totalmente vivificado e sustentado pelo Espírito. Assim como hoje carregamos a imagem do homem terreno, em Cristo temos a natureza divina que nos dá uma nova esperança, num corpo espiritual perfeito, santo e eterno, que restaura integralmente aquilo que o pecado havia desfigurado.
A ressurreição é a vitória definitiva sobre a morte (vv 50–57). A morte, que parecia invencível desde a queda, é despojada de seu poder pela ressurreição, pois Cristo matou a morte. Nem todos morrerão, mas todos serão transformados, será como num piscar de olhos, no toque da trombeta, o imperecível substituirá o perecível, e a mortalidade dará lugar à vida eterna, pois tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? A vitória não é fruto do esforço humano, mas do triunfo absoluto de Jesus. E graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de Jesus Cristo!
Se a ressurreição resolve o problema da corrupção humana, nos dá uma verdadeira esperança e garante a vitória sobre a morte, logo, podemos permanecer firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. A certeza do futuro com Cristo nos leva ao compromisso e serviço constante e dedicado. Viver com os olhos fixos na eternidade molda nossa vida e nos motiva com fidelidade, diligência e alegria. A ressurreição do Senhor é o começo de uma nova criação e o fundamento de toda esperança cristã. Por isso, firmamos nossa fé na vitória já conquistada por Cristo e vivemos cada dia à luz daquele grande dia quando, finalmente, a morte será tragada pela vida eterna. Aleluia!Parte superior do formulário
Cristãos secretos no Afeganistão podem ser presos por possuir uma Bíblia
Neste mês comemoramos o Dia da Bíblia, e a Missão Portas Abertas conta o testemunho de Mohammad (pseudônimo), que arriscou tudo para encontrar Jesus no Afeganistão. Se sua fé fosse descoberta, ele poderia ser agredido, preso e morto pelo grupo extremista Talibã, mas nada disso impede que ele siga a Cristo e compartilhe sua mensagem com as pessoas próximas a ele.
Mohammad nasceu em uma família muçulmana e, por dez anos, frequentou uma escola islâmica e estudou o Alcorão. Aos 23 anos, ele foi convidado por seu irmão cristão para participar de um pequeno grupo na cidade onde moravam. O jovem aceitou o convite por curiosidade e aproveitou a oportunidade para fazer muitas perguntas sobre a fé cristã.
Segundo o afegão, ele foi impactado pelas atividades que aconteceram durante a reunião. “Primeiro, vi que eles oravam todos os dias na minha língua por mim, pelos outros, por todos os vizinhos, por todos os afegãos. Normalmente, muçulmanos não oram por não muçulmanos. Isso tocou meu coração. Em segundo lugar, o comportamento, o caráter e a vida dos cristãos no grupo – eles eram gentis, havia retidão. Eu sentia um amor verdadeiro por meio deles”, revela.
Mohammad não gostava da ideia de o irmão ter deixado o islã para seguir a Jesus. Mas participar do pequeno grupo mudou sua perspectiva: “Quando eles oravam e liam a Bíblia, eu sentia a presença de Deus naquele momento. Eu via que a Bíblia estava viva e tocando meu coração. Nunca tinha sido tocado assim antes quando lia o Alcorão e orava como muçulmano”.
O jovem afegão ouvia falar coisas negativas dos cristãos por líderes religiosos muçulmanos nas mesquitas. Mas, quando conheceu e participou do pequeno grupo, viu que o cristianismo estava alinhado à vontade de Deus e que os seguidores de Jesus se preocupavam uns com os outros.
As palavras de vida eterna
Mohammad começou a estudar a Bíblia em sua própria língua e a comparar com o Alcorão. “Naquela época, eu via que a mensagem da Bíblia era perdão, cuidado mútuo, amor e coisas do tipo”, testemunha. A mensagem da salvação como um presente gratuito de Jesus também tocou o jovem muçulmano.
Durante seis meses, ele lutou para se manter no islã, pois sabia as consequências de deixar a fé dos antepassados. Até que sua mãe teve um sonho com seu marido falecido, em que ele dizia: “O caminho que Mohammad está seguindo é o correto”.
O jovem afegão entendeu que deveria seguir a Jesus e logo entregou sua vida e foi batizado. “Quando saí da água, me senti fisicamente revigorado. Senti-me livre das correntes que me cercavam, especialmente na minha mente e das coisas do islamismo que me prendiam. Me senti emocional e fisicamente muito livre. Todas as coisas pesadas foram tiradas de mim. Nunca me esqueço daquele momento”, testemunha.
Comunhão e graça
O grupo pequeno que Mohammad frequentava parou de se reunir quando as circunstâncias no Afeganistão se tornaram imprevisíveis. Durante um ano, o cristão ficou sozinho e contava com o Espírito Santo para responder suas perguntas sobre trindade e Deus como pai.
Nesse tempo, a esposa de Mohammad também se entregou a Jesus e eles formaram um novo pequeno grupo para se encontrarem e orarem juntos. Em uma das reuniões, o primo do cristão afegão entrou de repente em sua casa e percebeu que as pessoas estavam tentando esconder um livro – a Bíblia. Ele não entendeu a situação, mas ficou desconfiado.
Ter uma Bíblia no Afeganistão é algo perigoso, mesmo que virtual. “Eles [cristãos] não podem manter o aplicativo da Bíblia em seus telefones porque o Talibã verifica os celulares das pessoas em postos de controle. Eu ouvi que algumas pessoas foram paradas pelo Talibã, eles viram algo cristão no telefone e elas foram mandadas para a prisão”, compartilha.
Mohammad precisou fugir do Afeganistão e recebeu apoio de parceiros locais da Portas Abertas para crescer na fé. Hoje, ele apoia outros cristãos afegãos por meio de publicações online da Bíblia e de literatura cristã.
Fonte: Missão Portas Abertas
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INTERCESSÃO MUNDIAL
Butão
Presume-se que toda a população no Butão seja budista. Qualquer um que se converta ao cristianismo é visto como suspeito e, geralmente, há esforços para fazê-lo retornar à antiga fé.
Não há igrejas registradas no país, e os cristãos se reúnem em casas. As igrejas não são oficialmente reconhecidas pelo Estado, o que significa que as pessoas que se reúnem nesses pequenos grupos agem ilegalmente, isso pode resultar em sanções penais. Além disso, as autoridades locais, com frequência, se recusam a emitir aos cristãos a documentação necessária para solicitar empréstimos, registrar propriedades, candidatar-se a empregos e renovar o registro de identidade.
Pedidos de oração
– Ore por força e encorajamento aos cristãos que só podem congregar em igrejas domésticas ilegais.
– Peça por proteção e preservação dos cristãos de origem budista, que enfrentam rejeição da família.
– Clame para que Deus ajude os cristãos rejeitados pelo governo a encontrar seu valor e sua cidadania no Senhor.
Fonte: Missão Portas Abertas
Nossa programação – Tarde de Esperança com o tema “Sonhos para 2026” (dia 30: 15h); Culto especial de Ano-Novo (dia 31: 19h).
Nosso boletim – A publicação deste boletim estará suspensa até o dia 18 de janeiro por motivo de férias.
Recesso dos cultos – Os cultos dominicais do Templo (8h) e do Espaço Palhano (19h) estarão em recesso nos dias 28 de dezembro, 4 e 11 de janeiro.
Área de Apoio Infantil – Neste domingo, dia 28 de dezembro, as crianças deverão participar do culto com os pais, pois não haverá ministração na Área Infantil. Nos domingos 4 e 11 de janeiro, a Galera da Vila estará em recesso. As crianças serão ministradas pela Pati e Cia durante o recesso.
Devocionário anual – Temos uma novidade para o próximo ano! Publicamos um devocionário, com o título Aos pés de Jesus. São 366 mensagens escritas pela liderança da nossa Igreja. O livro pode ser adquirido no Espaço Esperança por R$ 49,90. Vamos juntos nesta jornada em 2026!
Livro do Pr. Messias – O livro de fim de ano do Pr. Messias Anacleto Rosa, com o título O nome de Jesus, pode ser adquirido por R$ 4, na recepção do Espaço Esperança. Horário: de segunda a sábado, das 8h às 12h | 13h30 às 22h.
Novo espaço, mais esperança – Estamos em campanha para levantar os recursos necessários para a construção do novo espaço. Preparamos um formulário para que os irmãos possam programar a oferta, que pode ser em doze parcelas ou doação única. O preenchimento do formulário de compromisso serve para nossa equipe ter uma previsão dos valores. Convidamos você para participar desse projeto. O formulário está disponível nos locais de culto.
Princípio
Assertividade
(Mateus 5.37; Romanos 15.2,14; Gálatas 6.1; Efésios 4.15)
Vou conversar com você no tempo certo, de maneira franca, respeitosa, direta, amorosa, sincera e controlada, a respeito de situações pessoais e da maneira de viver a vida cristã. Desse modo, a cada dia, cresceremos na comunhão, na fé e no amor, e nos revestiremos continuamente de Cristo.
Edificação na Célula
Texto Bíblico:
Interação:
Perguntas para interação:
Crianças:
Nesta semana as crianças permanecerão junto com os adultos durante o encontro da célula.