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1 Coríntios 15.1-11
O cristianismo não nasceu de uma ideia, mas de um acontecimento; não surgiu de uma experiência subjetiva, mas de um evento objetivo; não começou com um sentimento, mas com um fato: a ressurreição de Jesus. Ao escrever aos coríntios neste capítulo 15, Paulo lembra o fundamento da mensagem que havia sido anunciada: Irmãos, venho lembrar-lhes o evangelho que anunciei a vocês, o qual vocês receberam e no qual continuam firmes (1 Coríntios 15.1). Seu posicionamento é que, antes de a ressurreição ser celebrada pela fé, ela foi proclamada como notícia histórica. É como o registro inicial de um fato: um evento público, objetivo, que deu origem a tudo o que veio depois.
O fato proclamado: Paulo apresenta o núcleo do acontecimento com a precisão de um registro oficial: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras (1 Coríntios 15.3–4). São verbos fortes que descrevem uma sequência concreta de eventos: morte real, sepultamento real, ressurreição real. Tudo registrado nas Escrituras. Em qualquer investigação, o primeiro passo é o relato do fato. No cristianismo, esse relato não é simbólico nem alegórico; ele é objetivo. Esse mesmo conteúdo aparece proclamado por diferentes vozes e em contextos distintos. Pedro anunciou o túmulo vazio: Deus, porém, o ressuscitou, rompendo os grilhões da morte (Atos 2.24). Estêvão, às portas do martírio, proclamou o trono ocupado: Vejo os céus abertos e o Filho do Homem em pé à direita de Deus (Atos 7.56). Ananias, em tom pessoal e pastoral, testemunha o Cristo vivo que continua se manifestando: O Senhor Jesus, que te apareceu no caminho, me enviou (Atos 9.17). Pedro aponta para o túmulo vazio, Estêvão contempla o trono ocupado, Ananias testemunha o Cristo que aparece. Três proclamações diferentes, sustentando o mesmo fato: Jesus está vivo!
O fato confirmado: A confirmação da ressurreição aparece em três níveis convergentes de prova. Primeiro, o nível testemunhal: Apareceu a Cefas, e depois aos doze. Depois foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez […] Depois apareceu a Tiago […] e, por último, apareceu também a mim (1 Coríntios 15.5–8). Não se trata de uma experiência individual, mas de múltiplas aparições, em tempos, lugares e circunstâncias diferentes, com muitas testemunhas ainda vivas à época. Lucas reforça esse caráter público ao afirmar que Jesus se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias (Atos 1.3). Em seguida, surge o nível da reação dos adversários da prova: os próprios evangelhos registram que, diante do túmulo vazio, as autoridades preferiram subornar os soldados e fabricar a versão de que o corpo teria sido roubado enquanto dormiam (Mateus 28.11–15). Foram orientados a dizer: Os discípulos dele vieram de noite, enquanto estávamos dormindo, e roubaram o corpo. Ora, se estavam dormindo, como poderiam testemunhar? Não negaram o túmulo vazio e sua explicação era intrínseca e flagrantemente falsa. Se o corpo ainda estivesse ali, bastaria apresentá-lo. Sequer houve esforço de recuperar o corpo por parte do Império Romano. Por quê? Porque não havia um corpo morto. Por fim, há o nível material da prova: João registra que os lençóis que envolviam o corpo estavam no túmulo, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus estava dobrado à parte (João 20.6–7). Ninguém rouba um corpo em decomposição e ainda o desenfaixa com cuidado; ninguém, em meio à pressa e ao risco, quer organizar panos funerários. O cenário não aponta para violação. O corpo não foi retirado à força; simplesmente não estava mais ali. As confirmações apontam para o mesmo fato: Jesus está vivo!
O fato preservado: Paulo também deixa claro que não criou essa mensagem. Ele a recebeu e a transmitiu. Trata-se do que hoje chamaríamos de uma cadeia de custódia da prova: aquilo que é recebido precisa ser preservado sem adulteração até ser entregue. Logo no início, ele fala do evangelho que foi anunciado, recebido e no qual a igreja permanecia (1 Coríntios 15.1). E ao final, conclui: Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim vocês creram (1 Coríntios 15.11). Essa cadeia de preservação não se limita a Paulo. Timóteo recebe o evangelho como um bom depósito que precisa ser guardado e transmitido fielmente (2 Timóteo 1.14; 2.2). Lucas, ao investigar cuidadosamente os fatos desde a origem, transforma o testemunho em registro histórico ordenado (Lucas 1.1–4). O que foi visto tornou-se anúncio; o que foi anunciado tornou-se ensino; o que foi ensinado tornou-se Escritura. Esse conteúdo tornou-se tão estável que passou a integrar a própria confissão da igreja: Se com a boca você confessar Jesus como Senhor e em seu coração crer que Deus o ressuscitou dentre os mortos, você será salvo (Romanos 10.9). O que foi testemunhado tornou-se anúncio; o que foi anunciado tornou-se credo; o que foi crido tornou-se herança do mesmo fato: Jesus está vivo!
A ressurreição de Jesus não chegou até nós como uma construção mítica moldada pelo tempo, mas como um fato proclamado por diferentes vozes, confirmado por testemunhas, por reações de oposição e por evidências materiais, e preservado por uma cadeia histórica confiável. Por isso ela atravessou os séculos sem se dissolver. Isso firma o sólido alicerce: a ressurreição não começa na experiência do crente, começa no acontecimento que pôde ser anunciado, examinado e guardado. Creia você, ou não, o fato é que Jesus está vivo!
Vida em célula
No dia 29 de novembro, nossa liderança de célula e das áreas de apoio esteve reunida no Acampamento Esperança (Acampamento Waldomiro Ferreira da Silva) para um encontro de Refrigério. Cerca de 180 pessoas participaram. Foi um tempo especial de comunhão e gratidão pelo ano de 2025. O encontro marcou o início de um período de descanso em que a maioria das células faz uma pausa nas reuniões semanais.
Mesmo que boa parte das células entre em recesso, o contato com os irmãos não precisa ser interrompido. Que tal combinar um encontro para orar, fazer uma refeição em conjunto? Enfim, a vida da igreja e dinâmica. Vamos nos manter em oração uns pelos outros, por nossa liderança e pela igreja. Que o Senhor nos direcione no ano de 2026!
Confira as fotos do encontro de liderança aqui.
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INTERCESSÃO MUNDIAL
Brasil
Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar (2 Crônicas 7.15).
Com base nessa palavra, confiantes de que o Senhor ouve o nosso clamor, vamos interceder pela nossa nação buscando a direção do Espírito Santo.
Programação de dezembro – Culto especial com repertório natalino (dia 21: 10h e 19h); Tarde de Esperança com o tema “Lixo no lixo” (dia 23: 15h); Tarde de Esperança com o tema “Sonhos para 2026” (dia 30: 15h); Culto especial de Ano-Novo (dia 31: 19h).
Recesso dos cultos – Os cultos dominicais do Templo (8h) e do Espaço Palhano (19h) estarão em recesso nos dias 28 de dezembro, 4 e 11 de janeiro.
Área de Apoio Infantil – Nos dias 7 e 14 de dezembro, as crianças serão ministradas nas celebrações e nas células com uma lição especial de Natal. No dia 21 de dezembro, teremos culto especial para comemorar o Natal, e as crianças permanecerão junto com os pais na nave, pois não haverá programação na Área de Apoio Infantil. No dia 28 de dezembro, as crianças também deverão participar do culto com os pais, pois não haverá ministração na Área Infantil. De 4 a 25 de janeiro, a Galera da Vila estará em recesso. As crianças serão ministradas pela Pati e Cia durante o recesso.
Novo espaço, mais esperança – Estamos em campanha para levantar os recursos necessários para a construção do novo espaço. Preparamos um formulário para que os irmãos possam programar a oferta, que pode ser em doze parcelas ou doação única. O preenchimento do formulário de compromisso serve para nossa equipe ter uma previsão dos valores. Convidamos você para participar desse projeto. O formulário está disponível nos locais de culto.
Princípio
Crescimento
(João 15.1-5, Efésios 4.11-16; Filipenses 1.6; 3.12-16)
Comprometo-me a dar continuidade ao meu crescimento proposto pela igreja por meio dos cursos da Caminhada Vida em Cristo, do envolvimento pessoal no discipulado e na Rede de Cuidado Pessoal, da participação na célula e nas celebrações, a fim de alcançar maturidade e tornar-me frutífero, em busca contínua da estatura espiritual de Cristo.
Edificação na Célula
Texto Bíblico:
Interação:
Perguntas para interação:
Crianças:
Nesta semana teremos uma lição especial de Natal (Lucas 2.11). Para receber o arquivo com o conteúdo da ministração, entre em contato por WhatsApp 43 99182-1319.