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[Jesus] lhe disse: - Siga-me! Ele se levantou e o seguiu (Mateus 9.9b).


Ser e fazer discípulos de Cristo: essa é a nossa missão. Inspirados nisso, escrevemos o livro Meus Discípulos para nos guiar por meio das lindas histórias vivenciadas entre Jesus e sua gente muito amada e relatadas nos Evangelhos, principalmente. Personas diferentes que nos representam e geram identificações relevantes. O desenvolvimento das reflexões foi feito em equipe. Deixamos nossa imaginação fluir sobre como Jesus estaria contando suas impressões a respeito de algumas das pessoas com quem mais conviveu e às quais deu o nome de “discípulos(as)”.  Vejamos alguns:

Tiago, o intenso. Meu filho, por que tanta impaciência e agitação nas pessoas? Sabe, tenho visto o sofrimento após reações instintivas. Vejo gente intolerante, inquieta, insensível, ferindo os sentimentos até daqueles que ama, causando muita dor. Ah, como eu aguardei por este momento, como esperei por esta conversa. Meu filho, tenho visto gente tentando mudar por suas próprias forças. É necessário vir a mim. Quero que saiba que, ao contrário do que essa gente pensa, ou você mesmo, eu os amo. Na verdade, já amei alguém com esse perfil: Tiago, irmão de João, filho de Zebedeu, um dos meus queridos discípulos (continua – Cap. 22*).

Silas, o servo. Após sua primeira viagem missionária, meu querido discípulo Paulo, ao se separar de Barnabé, não poderia continuar sozinho o trabalho que vinha desempenhando. Trabalho de muita relevância, levando o meu nome às pessoas que ainda não me conheciam. Um trabalho lindo, mas demasiadamente pesado para apenas uma pessoa. Eu mesmo havia ensinado que era bom que a palavra do meu Pai fosse levada de dois em dois, como aconteceu quando enviei os primeiros setenta. Foi aí que comissionei Silas, ou Silvano, pois nas cartas que Paulo escreveu para algumas igrejas ele se refere a Silas como Silvano (continua – Cap. 20*).

Judas, o traidor. Depois que passei aquela noite inteira em oração, eu escolhi Judas Iscariotes como um dos meus doze, os quais seriam mais próximos de mim. Eu o escolhi na mesma condição e ao mesmo tempo que escolhi Pedro, Tiago e os outros apóstolos. Andamos juntos por três anos, ele ouviu atentamente os meus ensinos, me ouviu pregar sobre o reino de Deus, curar os aleijados, dar vista aos cegos, purificar os leprosos, ressuscitar os mortos e libertar os oprimidos do diabo (continua – Cap. 12*).

Discípulos dignos de serem imitados. Antidiscípulos importantes para serem observados. Gente como a gente. Gente que decide por Cristo ou contra Cristo. Gente que mostra pra gente o jeito certo e o errado para seguirmos. E você, qual o tipo de discípulo quer ser?


Alessandra Nunes de Souza Moreno, Luciano Porfírio Aparecido, Lincoln Sérgio Santos Faleiros
* Os textos são retirados do livro Meus Discípulos, sendo transcrito, aqui, somente o início do capítulo.

 

 

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